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15 de jul. de 2013

religião pode ser barreira para Marina Silva

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A religiosidade da ex-senadora Marina Silva se transformou numa barreira para a coleta de assinaturas em apoio à fundação de seu novo partido político, a Rede Sustentabilidade.

Marina é evangélica e alguns de seus apoiadores foram a eventos religiosos como a Marcha para Jesus colher assinaturas para a fundação da Rede. A lei exige o apoio de pelo menos 500 mil eleitores para a criação de uma nova sigla partidária.

Em reunião com "mobilizadores" da Rede, voluntários que trabalham na coleta de assinaturas, um dos principais colaboradores de Marina, Rafael Poço, disse ter detectado nas ruas uma "tentativa de associar conservadorismo à religião" e contou que isso tem prejudicado a Rede.

De acordo com o ativista, eleitores simpáticos ao projeto de Marina às vezes manifestam restrições a suas convicções religiosas, e também à participação de empresários na organização da Rede.

"Notícias foram claramente manipuladas para associar a religião a uma coisa negativa", afirmou Poço, dirigindo-se aos outros militantes no encontro de ontem. "Senti isso nas ruas e vocês provavelmente sentiram também."

Poço deu sugestões para lidar com questionamentos ligados a esse tema e lembrou que "o respeito ao Estado laico está no nosso estatuto".

Outra colaboradora da Rede falou em seguida e disse ter encontrado boa receptividade ao buscar assinaturas em atos como a Parada Gay, a Marcha das Vadias e a Marcha da Maconha, que promovem causas às quais os evangélicos em geral se opõem.

Os militantes mostraram especial preocupação com tentativas de vincular Marina ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP), que é pastor evangélico e virou alvo de críticas de minorias após assumir o comando da comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Em maio, numa palestra no Recife, Marina disse considerar "um erro" criticar Feliciano "por ser evangélico" e não "por suas posições políticas equivocadas". Suas declarações foram interpretadas nas redes sociais como uma defesa do deputado, o que Marina classificou ontem como uma tentativa "criminosa" de vinculá-la a ele.

Marina disse que a Rede não quer "trabalhar a partir de rótulos" e rejeitou a "instrumentalização dessa ou daquela questão para fazer política por caminhos enviesados". "Se há um desejo em fazer um debate sobre a necessidade de deixar claro que o Estado é o Estado laico, não há problema", acrescentou.

Segundo Marina, "um dos segmentos da sociedade que mais contribuiu para que tivéssemos o Estado laico foi o movimento protestante". "Minha convicção me diz que o melhor para todos, quem crê e quem não crê, é o Estado laico", disse.


Fonte: Folha.com

Manifestantes fazem beijaço gay na porta da Igreja Universal

Grupo protestou contra a violência sofrida pelos homossexuais; portas da igreja foram fechadas e luzes apagadas.

Manifestantes se reuniram na porta da Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro de Lourdes, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde realizaram um beijaço na noite deste domingo (14).

Usando fantasias e cantando refrões como "Edir Macedo vai dormir com medo" e "Eu amo homem, amo mulher, tenho direito de amar quem eu quiser", o grupo protestou contra a violência sofrida pelos homossexuais.

Segundo informações de pessoas que estiveram no local, as portas da igreja foram fechadas e as luzes, apagadas. A ação por parte da igreja teve o objetivo de minimizar o ato. A Polícia Militar (PM) não soube informar quantas pessoas participaram da manifestação. 

Fonte: O Tempo

Visita do papa Francisco custará até R$ 350 milhões

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Ministério Público abriu inquéritos para analisar o papel da prefeitura e do governo do Rio nas despesas da Jornada Mundial da Juventude.

Maior evento católico do mundo e um dos maiores já realizados no país, a Jornada Mundial da Juventude tem um custo total estimado entre R$ 320 milhões e R$ 350 milhões, segundo cálculos de seus organizadores.

O valor inclui as despesas indiretas, que não geram desembolsos dos governos, como a alocação de forças de segurança. O evento será realizado entre os dias 23 e 28 de julho, no Rio de Janeiro.

"O custo total ainda está sendo definido e é variável em função do número final de participantes e inscritos", informou a organização da Jornada Mundial da Juventude, em resposta a questionamento feito pela Folha.

Segundo os organizadores, cerca de 70% da verba necessária virá das contribuições dos peregrinos, que variam entre R$ 106 e R$ 600.

Outras fontes de recursos são doações espontâneas, produtos licenciados (que geram royalties para o evento), patrocínios e parcerias.

Até agora, os patrocinadores são Bradesco, Itaú, Santander, Ferrero, Estácio, Nestlé, McDonald's e as agências TAM Viagens e Havas.

"Os patrocinadores ajudam com dinheiro, prestação de serviços e uso de seus produtos no evento", diz a organização do evento.

Apesar do otimismo, foram arrecadados até agora apenas R$ 20 milhões entre patrocínios e eventos para levantar fundos, como uma feijoada, coletas em missas, rifas e venda de produtos.

PODER PÚBLICO

Segundo a organização, "a participação do poder público na JMJ [Jornada Mundial da Juventude] Rio 2013 se dará nas questões de sua competência que envolvem a visita de um chefe de Estado, além de questões gerais da realização do evento como logística, mobilidade urbana, segurança pública, transporte, comunicação e assistência ao peregrino".

O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu inquéritos na semana passada para analisar a participação da Prefeitura do Rio de Janeiro e do governo do Estado nas despesas do encontro internacional de jovens católicos.

No caso do município, o objetivo foi suspender o edital de licitação da prefeitura para a contratação de serviços de saúde, estimados em R$ 7,8 milhões.

Inicialmente previsto como encargo dos organizadores do encontro católico, o atendimento médico nas principais cerimônias da jornada passou a ser uma atribuição da prefeitura, que realizaria na sexta-feira uma licitação para definir a empresa de saúde contratada para esta função.

A licitação foi suspensa temporariamente por decisão judicial na manhã de sexta, mas depois, à noite, a Justiça do Rio autorizou a abertura dos envelopes da licitação para a escolha da empresa que vai prestar os serviços de saúde durante a Jornada.

Fonte: Folha de São Paulo

13 de jul. de 2013

15° CONGRESSO DE MISSÕES 2013, EM BELEM DO BREJO DO CRUZ-PB

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Pastor cria aplicativo contra a pornografia

Muitas igrejas estão empenhadas no combate à pornografia que está cada vez mais próxima de adultos e crianças.

Um pastor norte-americano lançou um aplicativo de smartphone para ajudar homens a saírem da pornografia. Jay Dennis, pastor na Flórida, é líder da campanha chamada Join 1 Million Men.

A campanha oferece a oportunidade para homens que são viciados em pornogafia a se comprometerem a se livrar disso escrevendo seus nomes no “mural do compromisso” de 1 Milhão de Homens.

Open in new windowCom o aplicativo, os viciados podem ter acesso a recursos, como vídeos, atualizações de eventos e convenções da organização, etc. E com apenas um toque, eles podem firmar o seu compromisso de viverem livres da pornografia.

De acordo com a terapeuta sexual, Wendy Maltz, a pornografia é poderosamente viciante assim como os jogos de azar.

Na igreja de 9 mil pessoas do pastor Dennis, cerca de 2.000 homens prometeram nunca mais olhar para pornografia novamente.

Dennis sofre a resistência de outros pastores que acreditam que a igreja não é o lugar para falar de sexo. Entretanto, ele acredita que até mesmo os pastores sofrem com o mal.

“Há muitos pastores sofrendo com isso pessoalmente”, disse ele, segundo o The Daily Beast.

O site oficial da campanha aponta que quando o apóstolo Paulo falava sobre o pecado sexual em Coríntios, o problema foi mais do que a existência do pecado sexual e como isso a informação sobre o problema se espalhava.

“O maior problema foi que a igreja não tomou nenhuma ação para corrigir a imoralidade. O problema da igreja foi a arrogância (1 Coríntios 5:2).”

“A arrogância cega o coração e a mente e impede a pessoa de ver sua condição espiritual ou a condição espiritual de seu irmão ou irmã. A marca da espiritualidade dos coríntios produz insensibilidade ao pecado. A insensibilidade ao pecado reduz as consequências do pecado sexual nas mentes daqueles que tem a vida no espírito.”

Fonte: The Christian Post